Calendário editorial que não vira fantasma após duas semanas: método prático
Setenta por cento dos calendários editoriais morrem antes de completar um mês. Não por falta de criatividade, mas por excesso de otimismo na planilha e zero processo de execução no dia a dia. A marca entra no ano com trinta ideias brilhantes, duas semanas depois o social media está apagando incêndios operacionais e o calendário vira item de decoração no Drive.
O problema não é o template. É a ausência de um sistema que transforme intenção em publicação recorrente sem depender de heroísmo individual. Um calendário que sobrevive precisa de três pilares: frequência sustentável, responsabilidades cristalinas e métricas que importam para o negócio — não apenas curtidas.
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