Por que apresentamos três conceitos e não apenas um: estratégia de escolha
Imagine a cena: você contratou uma agência para repaginar a identidade visual da sua empresa. Após semanas de pesquisa, imersão e rabiscos, o dia da apresentação chega. O designer abre o PDF e mostra uma única proposta. “É isso, o que acha?”
Se você já esteve dos dois lados da mesa — como cliente ou como profissional — sabe o desconforto que isso gera. Não há parâmetro de comparação, não há conversa sobre direções estratégicas, apenas um “gostei” ou “não gostei” binário. É aí que nasce o retrabalho infinito, a frustração mútua e o projeto que deveria durar dois meses se arrasta por seis.